quinta-feira, 29 de setembro de 2011
O método "socialista" de tratar professores faz vítimas no Ceará
Alunos pedem medidas para evitar suicídios
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Escândalo
Segundo jornal Folha de S.Paulo, Eduardo Campos aluga carro de filiado ao próprio partido
Locadora em Brasília é usada pelo governador e sua mãe, a deputada Ana Arraes, recentemente eleita para o TCU
Publicado em 27/09/2011, às 08h05
Com informações dos repórteres Fernando Mello e Filipe Coutinho, da Folha de S.Paulo

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Denúncia feita pelo jornal Folha de S.Paulo e publicada na edição desta terça-feira (27) mostra que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a mãe dele, a deputada federal Ana Arraes (PSB-PE), pagaram cerca de R$ 300 mil em verbas públicas a uma locadora de automóveis de uma filiada ao PSB. Desse montante, R$ 210 mil foram pagos pelo governo de Pernambuco na gestão de Campos, outros R$ 93 mil pelo gabinete de Ana Arraes, segundo dados oficiais dos dois órgãos. Outros R$ 40 mil foram pagos pelo PSB nacional. Segundo a apuração do jornal, a BSB Locadora não tem carros suficientes para cumprir seus contratos, não possui site nem número na lista telefônica e tem como endereço uma sala fechada na periferia de Brasília.
Segundo a apuração da Folha, a sócia majoritária da BSB, Renata Ferreira, é filiada ao PSB - presidido por Campos. Ela entrou no partido em outubro de 2009, uma semana depois de ter vencido uma licitação para fornecer automóveis para a representação do governo pernambucano em Brasília.
Renata também tem emprego, como terceirizada, no Ministério de Ciência e Tecnologia, que no governo Lula foi comandado pelo PSB -no primeiro mandato, foi dirigido pelo próprio Campos. A apuração da Folha aponta que o pai dela, Esmerino Ferreira, trabalha no gabinete de Ana Arraes desde 2007. Antes, foi o motorista de Campos entre 1998 e 2006. No cabeçalho das mensagens enviadas pelo fax da casa da dona da locadora, não aparecem os nomes da empresa ou dos proprietários - mas o de "Eduardo Campos".
Nos quatro dias em que a Folha foi até a locadora, na cidade satélite de Samambaia, a sala estava trancada por uma porta de vidro. Dentro há uma mesa, um computador antigo e um telefone, além colchões velhos e material para festas infantis. Os vizinhos dizem que a empresa vive fechada e que só trabalha para políticos. A BSB Locadora tem registrado em seu nome cinco carros, avaliados em R$ 275 mil. O número é insuficiente para atender a todos os clientes simultaneamente.
O governo e a empresa se contradizem: o contrato foi ampliado para o aluguel de quatro carros, mas a empresa diz que só aluga três. Ana Arraes e outros três deputados pagam para ter um carro: Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE), Keiko Ota (PSB-SP) e Gastão Vieira (PMDB-MA), nomeado recentemente ministro do Turismo.
sábado, 24 de setembro de 2011
Bienal Internacional do Livro segue cobrando ingressos
A Bienal Internacional do Livro de Pernambuco segue cobrando normalmente os ingressos para a entrada no evento. Ontem, uma nova decisão do juiz Marcos Antônio Nery de Azevedo, da 26ª Vara Cível do Recife, aumentou de R$ 3 mil para R$ 15 mil a multa diária pelo descumprimento da proibição da cobrança.
O juiz deu um prazo de 24 horas para a Cia. de Eventos, empresa contratada para viabilizar a realização da feira, dar explicações sobre o descumprimento da decisão inicial. A Assessoria de Imprensa da Cia. de Eventos informou que a empresa deve se pronunciar sobre a decisão até o fim da tarde de hoje.
A Bienal começou ontem e segue até o próximo dia 2 de outubro, no Centro de Convenções, em Olinda, das 10h às 22h. Os ingressos custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia-entrada). Professores, alunos e projetos sociais das redes pública e privada que agendarem previamente a visitação e idosos com mais de 65 anos não pagam.
Em oito edições da Bienal, esta é a primeira vez em que há cobrança de ingressos, o que desagradou a Associação do Nordeste das Distribuidoras e Editoras de Livro (Andelivros). Foi a associação quem entrou com a ação pedindo a suspensão da cobrança.
De 200 para 220 dias?
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Adiel e Coco Camará
Lições Duras

Os alunos da Escola Estadual Torquato de Castro(Aldeia) conheceram, durante três anos,a realidade da educação no Brasil. Antes de ocupar o imóvel para onde acabam de ser transferidos, frequentaram um galpão sujo, quente, sem biblioteca nem espaços destinados a atividades físicas. Repetindo: durante três anos.
BIENAL
FEIRA
Justiça determina entrada gratuita para a VIII Bienal de Pernambuco
Andelivros, realizadora do evento, pediu na Justiça que entrada não fosse paga. Feira de livros começa nesta sexta-feira (23)
Publicado em 22/09/2011, às 21h09
Do JC Online
O público que for conferir a VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro, no Centro de Convenções, em Olinda, não será cobrado para entrar no evento. O juiz Marcos Antônio Nery de Azevedo, no exercício cumulativo da 26ª Vara Cível do Recife, concedeu, às 18h55 desta quinta-feira (22), véspera do evento, um pedido de tutela antecipada impedindo a Cia de Eventos - contratada para organizar a feira - de efetuar a cobrança, sob pena de multa diário caso descumpra a decisão.
O pedido foi feito pela Associação do Nordeste das Distribuidoras e Editoras de Livro (Andelivros), idealizadora e realizadora da Bienal. Em nota, a instituição informou que "desde o princípio, o evento nunca teve fins lucrativos e tinha como objetivo promover a cultura e incentivar a leitura na região. No entanto, esse ano, sem prévia negociação ou autorização da Associação, [a Cia de Eventos] decidiu passar a cobrar ingressos para acesso ao evento. A medida acabaria por limitar a participação de parte do fiel público da feira e vai contra os objetivos iniciais da criação do evento".
O valor cobrado seria de R$ 4 (inteira) ou R$ 2 (meia). Estariam isentos professores e alunos das redes pública e privada que agendassem previamente a visitação, idosos com mais 65 anos, jornalistas credenciados e projetos sociais também agendados previamente.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Violência contra professora em SP
Um estudante de 10 anos atirou contra uma professora e depois se matou na tarde desta quinta-feira em uma escola municipal de São Caetano do Sul, no ABC Paulista. A professora foi socorrida pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar. Ela levou um tiro na região posterior do lado esquerdo, altura do quadril, e sofreu fratura na patela direita, segundo a prefeitura da cidade, que informou que o estado de saúde da mulher é considerado leve, sem risco de morte.
De acordo com a prefeitura, o crime ocorreu na Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, no bairro Mauá, por volta das 15h50. Um aluno do 4º ano, após discussão, disparou contra a professora Rosileide Queiros de Oliveira, 38 anos, dentro da sala de aula, que era ocupada por 25 alunos.
Em seguida, segundo testemunhas, o aluno se retirou da sala de aula e disparou contra a própria cabeça. Inicialmente, a prefeitura havia informado que o menino disparou dois tiros contra si próprio, mas a Polícia Militar confirmou posteriormente que foi apenas um.
Ambos foram socorridos com vida. O aluno foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, na avenida Keneddy, em São Caetano do Sul, e teve duas paradas cardíacas, sendo declarado morto às 16h50. A professora foi levada pelo helicóptero Águia ao Hospital das Clínicas, na capital paulista.
A prefeitura informou que as aulas desta noite e de amanhã na escola foram suspensas. A Polícia Militar diz não ter informações sobre como a criança entrou com o revólver 38 na escola.
Fonte: Portal Terra
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Cadê as eleições ?
7º Encontro de História e Geografia - Cabo de Santo Agostinho
Porque ainda apostamos no bônus?
Sendo assim, o que faz um programa de bônus dar certo ou errado? Sem sombra de dúvida, é a validação das experiências que serão implementadas a partir da prática de outros países, estados e municípios. De nada adianta reinventar projetos cuja falta de êxito já foi constatada ao longo dos anos.
O modelo novaiorquino de remuneração extra a professores de acordo com desempenho dos mesmos apresentava erros latentes, ainda antes de serem diagnosticados por meio de pesquisas. Um dos principais problemas era o fato de que as metas a serem atingidas eram estabelecidas para toda a escola que, se alcançasse o feito, receberia o bônus para dividir como quisesse. Obviamente, o foco da remuneração era o professor, mas o jornal The New York Times apresentou casos recentes em uma reportagem em que o dinheiro era dividido igualmente entre todos – incluídos aí servidores técnico-administrativos ou professores com menor desempenho.
A "injustiça" do programa novaiorquino não despertava interesse da classe docente por melhorias de desempenho. Outro problema, tão grave quanto, era o fato de os professores não compreenderem como funcionava a distribuição dos bônus para as escolas e, muito menos, quanto receberiam. Além disso, já trabalhavam sob o estresse constante de demissão e fechamento de escolas caso os resultados fossem insatisfatórios – algo que a legislação americana permite – e, portanto, o bônus em si pouco influenciava, ao passo que esses outros fatores acabavam ganhando maior projeção.
Contudo, estatísticas são feitas a partir de uma média. Seja de desempenho, opinião ou satisfação. Em outras palavras, o programa novaiorquino pode não ter tido um êxito generalizado, mas ainda assim apresentou felizes exemplos de escolas que tiveram avanços significativos no aprendizado de seus estudantes após a implementação do sistema de bonificação. Por isso mesmo, o programa nem deve ser realmente extinto; mas sim passar por um processo de readequação.
O Estado americano da Carolina do Norte é um bom exemplo sobre a eficiência do pagamento de bônus. Pesquisa recente, publicada em junho, mostra que o estilo do programa de incentivos de lá tem o potencial para melhorar a aprendizagem do aluno, incentivando os professores a exercer maior esforço no trabalho.
O modelo evita três armadilhas decorrentes da aplicação de planos de bônus: o problema de notas e matérias sem testes padronizados para aferição de desempenho, o problema dos professores lutando pelos melhores alunos, e ruído estatístico nos resultados dos testes.
Assim, na Carolina do Norte, os professores recebem salários suplementares de até 1.500 dólares quando o desempenho do teste padronizado de todos os alunos na sua escola melhora mais que uma quantidade pré-determinada. O programa de bônus levou os professores a exercerem maior esforço no trabalho, o que reduziu sistematicamente o número de ausências de professores por doença. E ficou provado que os incentivos financeiros a professores, quando bem gerenciados, se mostram mais rentáveis quando comparados a outras reformas da educação popular, como turmas reduzidas, uma vez que os alunos apresentaram avanços quatro vezes superiores por cada dólar gasto numa comparação entre as duas modalidades.
Não fossem pelos êxitos, países como Austrália, Estados Unidos, África do Sul, Índia, Quênia, Brasil e tantos outros não estariam apostando nesse modelo para conseguir o tão sonhado salto de qualidade educacional. O primeiro projeto que implementamos - o Programa Reconhecer, de estímulo à regência - foi vastamente debatido e pesquisado pelos técnicos da Secretaria Estadual da Educação e está fundamentado em experiências acertadas de Estados brasileiros como Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo e até de outros países.
Transparente e conciso, o programa de bônus para professores em Goiás é uma das diversas frentes para valorização do docente em sala de aula. Estamos no início, mas temos claro que nosso objetivo é ter bons professores em sala de aula, pois são eles o principal instrumento entre a informação e a aprendizagem de nossas crianças.
Thiago Peixoto é secretário da Educação do Estado de Goiás, economista e deputado federal licenciado
Professores abrem mão de bônus para dar livros aos estudantes
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Justiça de Minas Gerais determina fim da greve dos professores e retorno imediato ao trabalho
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais determinou nesta sexta-feira (16) o fim da greve dos professores da rede estadual de educação do Estado, que já dura 100 dias. Segundo a decisão, os professores devem voltar para as salas de aula na segunda-feira (19). "A greve vai ser mantida e vamos recorrer da decisão", afirmou Beatriz Cerqueira, coordenadora-geral do Sind-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais).
Caso o movimento grevista continue, está previsto o pagamento de multa gradativa de R$ 20 mil pelo primeiro dia de continuidade da greve, a partir de segunda-feira, R$ 30 mil pelo segundo dia, R$ 40 mil pelo terceiro e R$ 50 mil pelos dias subsequentes, limitado o montante da pena a R$ 600 mil.
De acordo com Beatriz, a greve não foi declarada ilegal: "O desembargador determinou a suspensão da greve e o retorno imediato. O que não quer dizer que ela foi declarada ilegal, não tem isso na decisão do TJ", disse.
Fonte: Portal UOL- educação
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Casamento de Ronaldo e Gycelle
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Baixa autoestima afasta alunos de públicas do Enem e Pernambuco volta a ser destaque negativo
MEC muda forma de divulgação das médias do exame. Pernambuco - "só para variar" - é destaque negativo: é o estado com o maior índice de escolas com baixa participação (menos de 25%) no exame, apesar da "revolução" que o governo estadual diz promover.
Em 2009, 1,7 milhão de jovens terminou a educação básica e 45,8% (824 mil) participaram da prova. No ano passado, a proporção de alunos em fase de conclusão do ensino médio aumentou para 56,4% (1 milhão). No entanto, os dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério da Educação mostram que a maior dificuldade é atrair os estudantes das escolas públicas para o Enem.> Consulte as notas das escolas no Enem 2010 e veja ranking das melhores e piores
O ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu a obrigatoriedade do exame para mudar essa realidade e tentar obter melhores indicadores em relação a etapa escolar. O exame, que é voluntário, passaria a exigir que os estudantes fizessem as provas sem que, para isso, tivessem de tirar alguma nota específica, como ocorre no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), no ensino superior. “Ele seria incorporado ao ensino médio como componente curricular”, afirmou.
Das 5.193 escolas públicas que estão na faixa de menor participação, 1.031 tiveram menos de 10% de estudantes matriculados respondendo às questões das provas do Enem. Outras 2.556 conseguiram com que apenas entre 10% e 20% de seus alunos fizessem a avaliação. E, por fim, 1.606 colégios atingiram entre 20% e 25% de participantes no exame.
Por outro lado, as privadas representam 75,6% dos colégios com mais de 75% dos estudantes participando do exame (de um total de 4.588 instituições). Já a rede pública tem apenas 24,4% nessa realidade. Entre as 5.380 escolas que tiveram entre 50% e 75% de participação, 64,7% eram públicas e 35,3%, privadas. Na outra faixa (de 25% a 50% de participantes), as particulares também são minoria (11,2%) e as públicas, maioria: 88,7% do total de 8.361 escolas nessa situação.
A participação das escolas no Enem 2010
Pernambuco é o Estado com maior proporção de escolas com menos de 25% de estudantes participando do Enem. Dos 1.188 colégios pernambucanos, 40,5% estão nessa condição. A realidade da rede pública é ainda pior: 58% das 812 instituições federais, estaduais ou municipais tiveram menos de um quarto de alunos matriculados fazendo o exame. Menos de 25% dos estudantes da rede pública baiana se interessaram pelo Enem 2010.
Na região Sudeste, os exemplos confirmam a tendência. No Rio de Janeiro, 39% das escolas públicas se concentraram na faixa de menor participação no Enem. Entre a rede privada do Estado, o índice cai para 7,4%. Em São Paulo, os números também são semelhantes: 32,6% dos colégios da rede pública tiveram até 25% de participantes no exame, enquanto entre as particulares essa é a realidade de apenas 5,1% das escolas.
Baixa autoestima
Para quem lida de perto com os estudantes da rede pública, a baixa autoestima deles é um dos maiores causadores da autoexclusão dos alunos do Enem. Júlio Gregório, que foi professor e diretor de colégios públicos do Distrito Federal durante 34 anos, conta que os argumentos de muitos adolescentes para justificar a falta de interesse no exame é a crença de que não são capazes de conseguir bons resultados ou de competir com alunos de escolas privadas.
“Eles acham que a própria escola é fraca, dizem que faltam professores, que não viram todo o conteúdo que deveriam. Os estudantes não vêem chances de chegar ao ensino superior”, lamenta. Ele defende que gestores e professores cumpram sua parte em estimular e fazer um bom trabalho para mudar essa realidade. “Essas avaliações são importantes para ter acesso a universidades, bolsas de estudo e até empresas já estão de olho no desempenho dos meninos no Enem. É preciso acompanhar o processo de perto e não só dar estímulos genéricos”, diz.
Gregório conta que, enquanto era diretor, conferia as inscrições de todos os alunos do 3º ano do ensino médio durante todo o prazo concedido pelo MEC para isso. Depois, acabava ele mesmo inscrevendo aqueles mais desligados e os avisava. “Faz parte da adolescência também deixar tudo para depois e muitos se arrependem”, argumenta.
Para o ex-diretor, a proposta defendida pelo ministro Fernando Haddad de tornar o exame obrigatório será inevitável no futuro. “Ninguém quer ter o trabalho fiscalizado, mas acho importante fazer com que as pessoas assumam suas responsabilidades nas escolas também”, afirma. Mozart Neves Ramos, integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), também acredita que o Enem deve ser a avaliação da qualidade de ensino oferecida na fase final da educação básica. No entanto, argumenta que o governo precisa fazer o “dever de casa antes”.
“Primeiro, precisamos melhorar as condições de trabalho das escolas, a carreira do professor e melhorar os currículos do ensino médio”, pondera. Neves Ramos lembra que o processo de auto-exclusão dos estudantes da rede pública do Enem é antigo. “Eles não têm segurança no ensino que recebem. Grande parte não estuda o conteúdo que precisa, não têm professores de várias disciplinas ao longo do ano e sofrem com a desorganização curricular da escola. É natural que desacreditem na própria capacidade de chegar ao ensino superior”, comenta.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Educação: reprovada
Este artigo de Lya Luft representa uma rara ocasião em que vale a pena ler e reproduzir algo publicado na Veja. O texto é irretocável. Recomendado para governantes e para os malabaristas da pedagogia barata.
Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos. Ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente.