
domingo, 29 de julho de 2012
PROFESSOR AGREDIDO

terça-feira, 24 de julho de 2012
REUNIÃO
segunda-feira, 23 de julho de 2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012
Adeptos do Candomblé estão indignados
Por- THOMAZ VIEIRA

Os atos de vandalismo cometidos pela população na região do crime de Flanio, de 9 anos, provocaram indignação entre os adeptos do Candomblé. O coordenador do Quilombo Cultural Malunguinho (entidade que representa os povos de terreiro e o povo negro), Alexandre L’Omi L’Odò, disse que o órgão já se articula junto a instituições de Direitos Humanos e estuda iniciar ação judicial coletiva por danos morais.
A grande reclamação dos religiosos é que os acusados pelo crime foram tidos como praticantes do Candomblé, o que não é verdade. “O Candomblé é uma religião que agrega muito as pessoas. Daí, indivíduos mal-intencionados usufruem disso para se aproveitar da carência das pessoas”, denuncia Alexandre. Ele conta, inclusive, que o processo de formação de líderes da crença é bem rígido e dura vários anos.
Para o historiador João Monteiro, o fato de a polícia ter apresentado, erroneamente, os suspeitos como pais de santo teria causado a reação de ódio na sociedade. “Quando a polícia prende esses marginais e os coloca com seus títulos sacerdotais em vez de seus nomes, demonstra o despreparo dos agentes no trato desses temas”, afirma. Ele aponta que o Governo desenvolve um programa de combate ao preconceito dentro das instituições públicas, mas que o mesmo não funciona adequadamente.
A associação do termo “magia negra” ao crime e à religião também revoltou os povos de terreiro. Para o membro do Fórum Estadual de Educação Étnico-Racial de Pernambuco, Carlos Tomaz, a expressão é, além de tudo, racista. “Mesmo que inconscientemente, tudo relacionado à etnia negra é tido como ruim”, reclama. O termo vem, na verdade, da Idade Média, das práticas de culto ao demônio originadas de religiões de matriz europeia.
domingo, 15 de julho de 2012
CONSIDERAÇÕES A RESPEITO DOS ÍNDICES EDUCACIONAIS DO ESTADO DE PERNAMBUCO
A apresentação dos índices do IDEPE de 2011 foi destaque nos jornais do Recife no inicio de julho. O tom de ufanismo se revelou com os “avanços” dos dois níveis de Ensino Fundamental II, Ensino Médio e a modalidade Integral e Semi-Integral, os quais merecem algumas importantes considerações.
Ora vejamos quais foram esses “avanços”: No Fundamental mais precisamente na 5ª série os índices passaram de 4,0 para 4,4. No 9º ano antiga 8ª série 3,4 para 3,5 ou seja, 0,1 décimo. No Ensino Médio foi de 3,0 para 3,3 ou 0,3 décimos de “avanços”. Considerando estes dois últimos indicadores podemos inferir que a educação regular do Estado não anda tão bem assim como quer demonstrar a SEE, visto que, já se vão quase 6 anos de governo e estes indicadores podem ser considerados medíocres se levarmos em conta apenas este fato.
Outra coisa é que, se as escolas de “Referência” estão com índices “satisfatórios”, porque então o ensino médio regular apresenta indicadores medíocres? Não seria o caso de existir uma transferência de “tecnologias e técnicas educacionais” do modelo de referência para o regular? E se sim, por que até então não foi feito? Vale lembrar que as escolas regulares são a maioria da rede Estadual.
O resultado geral das Escolas de Referência, unificando as integrais com as Semi-Integrais, evoluiu de 4,1 para 4,4. Entretanto, das 217 Escolas Integrais e Semi-Integrais somente 20 alcançaram índice igual ou superior a 5, sendo que destas, 19 são do interior. Onde ficam o desempenho e a dinâmica das escolas da capital e região metropolitana nas quais foi iniciado o modelo de “referência”?
Observe o leitor um aspecto que foi ocultado pelo secretario quando da divulgação dessas informações, se apenas 20 obtiveram uma nota “boa” isto representa menos de 10% das 217 escolas de referência. Aí retomo ao aspecto, já citado, que se refere ao tempo em que tal modelo funciona no Estado (só neste governo), são 5 anos desta política e ainda assim, é só isto que temos?
(Professor Rodrigues)
quarta-feira, 11 de julho de 2012
IDEPE
terça-feira, 10 de julho de 2012
NÃO QUEREMOS UM PRESÍDIO

domingo, 8 de julho de 2012
Início do ano letivo e as promessas da SEDUC-PE
segunda-feira, 2 de julho de 2012
O PREDADOR 2012

Nas telas em todo o país, o novo lançamento cinematográfico em inúmeros D´s – Desfaçatez, Desonestidade, Deselegância, Danoso, Dantesco, Debilitante, Debochado, Deformante, Degradador, Dejeto, Deletério, Demoníaco, Delituoso, Demagogo, Demente, Deprimente, Derrocador, Desagradável, Desagregador, Desajustado, Desarmonizador, Desautorizador, Descartador, Divisor, Desconsiderador.
O filme conta a estória de mais um extraterrestre que pretende dominar a nossa civilização. Só que este, se acha muito esperto, mais que os outros. Com tática diferente, ele se alia a inimigos, lança discórdia entre os aliados e até se alimenta dos seus.
O som não tem grande qualidade é o Pé-de-ouvido surround. Não é legendado propositalmente para que não se entenda os diálogos.
No mais, é um grande lançamento que surpreendeu até os cineastas e produtores mais experientes de Brasília, nossa Hollywood. Mas, todos que assistiram saíram com uma sensação muito ruim e esperando que este tipo de vilão perca sempre ao final.
(Contribuição do professor Samuel Farias).